terça-feira, 15 de setembro de 2015

Cultivares de Feijão



O feijoeiro comum é cultivado em todas as regiões do país apresentando grande importância econômica e social. As regiões brasileiras são bem definidas quanto à preferência do tipo de grão de feijão comum consumido. Algumas características como a cor, o tamanho e o brilho podem determinar o consumo ou não do grão, enquanto a cor do halo pode também influenciar na comercialização. O feijão apresenta componentes e características que tornam seu consumo vantajoso do ponto de vista nutricional. Entre eles citam-se o conteúdo protéico, o teor elevado de lisina, a fibra alimentar, alto conteúdo de carboidratos complexos e a presença de vitaminas do complexo B.
As doenças encontram-se entre os fatores mais importantes associados à baixa produtividade do feijoeiro comum no Brasil, podendo reduzir consideravelmente a produção desta cultura. Dentre as estratégias do manejo integrado de doenças, a resistência genética é considerada uma importante alternativa, de fácil adoção pelos agricultores, por ser ecologicamente segura, diminuindo, ou até mesmo evitando, o uso indiscriminado de defensivos agrícolas e por contribuir para a manutenção da qualidade de vida.
Além do tipo comercial de grão e da resistência a doenças, os programas de melhoramento do feijoeiro têm sido caracterizados por esforços na obtenção de planta mais eretas, resistentes ao acamamento, associadas à eficiência em produzir grande quantidade de grãos por unidade de área, durante o seu ciclo.
De 1981 a 1997, durante a vigência do Sistema Brasileiro de Avaliação e Recomendação de Cultivares, instituído pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA, a rede de avaliação de linhagens de feijão foi conduzida pelas instituições do Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária - SNPA, universidades, setor cooperativo e iniciativa privada. Estas instituições empreendiam um programa integrado e dinâmico de avaliação de linhagens e cultivares, dentro das Comissões Técnicas Regionais de Feijão - CTs Feijão, para as regiões: Sul, Sudeste/Centro-Oeste e Norte/Nordeste. Nestes 16 anos, as CTs Feijão, por meio de reuniões anuais, discutiram os resultados da rede de avaliação de linhagens e lançaram 34 novas cultivares de feijão, homologadas pelas Comissões Regionais de Avaliação e Recomendação de Cultivares CRCs/MA. Destas, 20 foram desenvolvidas pelo programa melhoramento genético do feijoeiro comum da Embrapa. O mercado geográfico de recomendação destas cultivares é diversificado por estados da federação, e levando-se em consideração as vantagens comparativas que apresentam e que as levaram a serem recomendadas, podem ser citadas : Macanudo, Minuano, Macotaço, Ouro Negro, Diamante Negro, Xamego e Guapo Brilhante, do grupo preto; Aporé, Pérola, Rudá e Princesa, do grupo comercial carioca; Safira do grupo roxo; Corrrente e Bambuí do grupo mulatinho.
Com a lei no 9.456 de 25/4/97, que trata da Proteção de Cultivares e o Decreto no 2.366 de 5/11/97 que a regulamentou, o cenário acima descrito sofreu algumas mudanças, onde as relações institucionais, que tinham caráter cooperativo, se deslocaram para um ambiente de "competição", agora embasadas com contratos e convênios de cooperação técnica acompanhados de Planos Anuais de Trabalho. Foram extintas as CRCs e instituído o Registro Nacional de Cultivares onde a indicação de uma nova cultivar é de exclusiva responsabilidade do obtentor. Neste novo cenário, já há 11 cultivares protegidas sendo uma, a BRS Valente, de grão preto, desenvolvida pelo programa melhoramento genético do feijoeiro comum da Embrapa. A Portaria no 527 também determinou que as cultivares até então recomendadas e disponíveis no mercado ficassem, automaticamente, inscritas no Registro Nacional de Cultivares.
Mesmo com a Lei de Proteção de Cultivares e com o Registro Nacional de Cultivares e sua publicação pelo MAPA, a rede oficial pública de avaliação de cultivares de feijão continua com o objetivo de informar, de forma transparente, a performance das novas cultivares nas diversas regiões brasileiras, esperando, com isso, contribuir para que a assistência técnica e o agricultor possam escolher a melhor cultivar para as suas condições.


Escolha da cultivar


A escolha da cultivar adequada está entre os fatores que mais afetam o sucesso com a cultura do feijoeiro. No momento da decisão, alguns fatores são primordiais. O primeiro deles é a facilidade de comercialização. Os consumidores de feijão da região sul de Minas Gerais e regiões vizinhas têm diferentes preferências pela cor dos grãos. A predominância é pelos grãos tipo carioca, havendo nichos que consomem predominantemente feijão preto. Mais recentemente, os consumidores da Zona da Mata têm preferido os feijões vermelhos. No caso de cultivares com grãos tipo carioca deve-se dar preferência àquelas que possuem a cor do fundo do grão o mais clara possível, denominada de cor leite pelos "compradores", os quais associam a cor mais clara ao fato de o feijão ter sido recentemente colhido. Há, contudo, algumas estratégias na colheita que auxiliam na obtenção de grãos tipo carioca com a cor desejada. Os agricultores devem procurar verificar a tendência do mercado para os próximos três a cinco meses para decidir de qual tipo de feijão deverão adquirir sementes. Se a decisão for acertada não terão problema de comercialização e, certamente, obterão melhores preços. 

Um segundo ponto que deve ser considerado na escolha da cultivar diz respeito à resistência a estresses bióticos, especialmente os patógenos. No sul de Minas Gerais, os patógenos que acometem a cultura do feijão são inúmeros, sendo os mais freqüentes e que causam maior dano os fungos Colletotrichum lindemuthianum e Phaeoisariopsis griseola. Assim, sempre que possível, deve-se escolher cultivares que possuam resistência às raças prevalecentes desses patógenos na região.
O porte da planta também deve ser observado no momento da escolha da cultivar. Plantas mais eretas devem ser preferidas, desde que sejam cultivares com boa produtividade de grãos. Plantas eretas, além de facilitarem o manejo da cultura, reduzem a ocorrência de alguns patógenos, especialmente de solo, como é o caso de Sclerotinia sclerotiorum, agente causal do mofo-branco. 
Por permitir maior flexibilidade na rotação de culturas, as cultivares mais precoces devem ser preferidas.


Cultivares recomendadas


Na Tabela 1 são relacionadas as cultivares de feijão recomendadas para o Estado de Minas Gerais e suas principais características. O emprego dessas cultivares, que atendem, pelo menos em parte, os fatores supracitados, possibilitam aumentar a chance de sucesso com a cultura.


Tabela 1. Principais cultivares de feijão atualmente recomendadas em Minas Gerais, com sua origem, ano de recomendação e principais características.
Cultivar
Origem
Ano de recomendação
Principais características
CariocaIAC
1975
Grão tipo carioca; peso médio de 100 sementes de 20-25 g; porte prostrado; ciclo normal; resistente ao mosaico-comum.
Diamante NegroEmbrapa Arroz e Feijão
1991
Grão preto; peso médio de 100 sementes de 20-24 g; porte semi-ereto; ciclo normal; resistente ao mosaico-comum e ao crestamento-bacteriano-comum.
Ouro NegroHonduras
1991
Grão preto; peso médio de 100 sementes de 25-27 g; porte prostrado; ciclo normal; alta capacidade de fixação simbiótica de nitrogênio; resistente à ferrugem e à antracnose; tolerante ao frio.
RudáCiat
1992
Grão tipo carioca; peso médio de 100 sementes de 23-24 g; porte ereto; ciclo normal; resistente à antracnose e ao mosaico-comum.
Novo Jalo Embrapa Arroz e Feijão
1993
Grão tipo jalo; peso médio de 100 sementes de 30-40 g; porte ereto; ciclo médio; resistente à antracnose e tolerante à mancha-angular.
PérolaEmbrapa Arroz e Feijão
1994
Grão tipo carioca; peso médio de 100 sementes de 23-25 g; porte semi-ereto a prostrado; ciclo normal; resistente à ferrugem, à mancha-angular e ao mosaico-comum.
BRS ValenteEmbrapa Arroz e Feijão
2001
Grão preto; peso médio de 100 sementes de 21-22 g; porte ereto; ciclo normal; resistente ao mosaico-comum e ferrugem e reação intermediária à mancha-angular.
BRS RadianteEmbrapa Arroz e Feijão
2001
Grão rajado; peso médio de 100 sementes de 44-45 g; porte ereto; ciclo precoce; resistente à antracnose, à ferrugem e ao mosaico-comum e reação intermediária à mancha-angular.
BRSMG TalismãUfla/ Embrapa Arroz e Feijão/ UFV/ Epamig
2002
Grão tipo carioca; peso médio de 100 sementes de 26-27 g; porte prostrado; ciclo médio; resistente ao mosaico-comum e à antracnose.
BRS TimbóEmbrapa Arroz e Feijão
2002
Grão roxo; peso médio de 100 sementes de 19 g; porte semi-ereto; ciclo normal; resistente à antracnose, à ferrugem e ao mosaico-comum e reação intermediária à mancha-angular.
BRS VeredaEmbrapa Arroz e Feijão
2002
Grão tipo rosinha; peso médio de 100 sementes de 26 g; porte semi-ereto; ciclo normal; resistente à antracnose, à ferrugem e ao mosaico-comum e reação intermediária à mancha-angular.
BRS PontalEmbrapa Arroz e Feijão
2003
Grão tipo carioca; peso médio de 100 sementes de 26 g; porte semi-prostrado; ciclo normal; resistente à antracnose e ao mosaico-comum e reação intermediária à ferrugem e ao crestamento bacteriano.
BRS GrafiteEmbrapa Arroz e Feijão
2003
Grão preto; peso médio de 100 sementes de 25 g; porte ereto a semi-ereto; ciclo normal; resistente à antracnose e à ferrugem e reação intermediária à mancha-angular.
BRS RequinteEmbrapa Arroz e Feijão
2003
Grão tipo carioca; peso médio de 100 sementes de 24 g; porte semi-prostrado; ciclo médio; resistente à antracnose e ao mosaico-comum.
Ouro VermelhoUFV/ Epamig/Ufla/ Embrapa Arroz e Feijão
2005
Grão vermelho; peso médio de 100 sementes de 25 g; porte semi-ereto; ciclo precoce a normal; reação intermediária à mancha-angular e à ferrugem.

Cultivares de feijão BRS Embrapa atendem produtores de todo o país


Produtores brasileiros iniciam, em breve, o plantio do feijão da primeira safra. A estimativa é que mais de um milhão de hectares sejam plantados com feijão no país. E a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, possui diversas opções de cultivares melhoradas de feijão para o produtor rural. Para isso, a Embrapa Produtos e Mercado (Brasília, DF) disponibiliza aos produtores sementes que atendem às demandas de todo o país.

Uma excelente opção de feijão preto é a cultivar BRS Esplendor e, para o grupo carioca, a Embrapa oferece as cultivares BRS Ametista, BRS Requinte e BRS Estilo, todas cultivares que estão se destacando na preferência do consumidor e também do produtor devido a altas produtividades, resistência a doenças e adaptação a várias regiões brasileiras.

E tem, ainda, os materiais do grupo especial, com destaque para a cultivar BRSMG Realce, um feijão rajado que está sendo muito bem aceito pelos produtores e que pode ocupar um mercado novo, com potencial de crescimento de consumo nos próximos anos.

Características das cultivares

O feijão BRS Esplendor apresenta alto potencial produtivo, acima de 4.000 kg/ha. A arquitetura das plantas é ereta e seu ciclo de produção, da emergência à maturação fisiológica, é de 85 a 90 dias. Possui resistência ao acamamento, ou seja, é adaptada à colheita mecânica. Com relação às doenças, é resistente ao mosaico-comum e a nove tipos de fungos causadores da antracnose, além de tolerância à murcha de Fusárium e ao crestamento bacteriano comum. É indicada para plantio em vários Estados de todas as regiões brasileiras.

A cultivar de feijão carioca BRS Ametista tem ciclo de 85 a 94 dias e alto potencial produtivo, cerca de 4.200 kg/ha. A arquitetura da planta é adaptada à colheita mecânica indireta e ela possui resistência à Antracnose, à Murcha de Fusarium e ao Crestamento Bacteriano comum.

A BRS Requinte é uma cultivar que produz até 3.830kg/ha. Apresenta resistência ao Mosaico Comum e resistência intermediária à Antracnose e ao Fusarium. Seu ciclo é de 85 a 95 dias e sua produção pode ser feita em diversas regiões brasileiras.

A cultivar BRS Estilo possui alto potencial produtivo, também próximo de 4.000 kg/ha. Apresenta arquitetura de planta ereta além da resistência ao acamamento e a oito patótipos (tipos de doenças) do fungo causador da antracnose e ao mosaico-comum. Esse material também demonstra estabilidade de produção, grãos claros e seu ciclo é de 85 a 95 dias. É indicado para produção em todas as regiões brasileiras.

A cultivar BRSMG Realce pertence ao grupo comercial rajado, apresenta porte ereto, cor da flor bicolor e brilho da semente opaco. Seu ciclo é de 67 dias. É resistente à mancha angular e à antracnose e moderadamente resistente à ferrugem e ao oídio. Apresenta produtividade média de grãos de 2.100 kg/ha e alto valor agregado, por sua excelente qualidade culinária.
Para saber onde encontrar sementes ou mais detalhes das cultivares BRS Embrapa, acesse a página: WWW.embrapa.br/cultivares.

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Foto: ARAÚJO, Sebastião José de
A BRS 7762 Supremo é uma cultivar de feijoeiro comum do grupo comercial preto. Possui como principal característica a boa arquitetura, tendo porte ereto, o que permite a colheita mecanizada. Apresenta massa de 100 grãos de 24,6 g, em média, e ciclo normal. Com relação às doenças, apresenta reação intermediária à antracnose, mancha angular e ferrugem, sendo susceptível ao crestamento bacteriano comum. Público-alvo: agricultores, associações de produtores, cooperativas, empresas produtoras.

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Foto: CAMARANO, Luciene Froes; ARAÚJO, Sebastião José de
A cultivar de feijão BRS Ametista se destaca por apresentar plantas e tipo comercial de grãos semelhantes aos da cultivar Pérola, mas com maior tolerância a doenças, como antracnose, crestamento bacteriano e ferrugem. Possui moderada resistência à murcha de fusarium semelhante à da cultivar Pérola. Os grãos são bastante graúdos, como tamanho superior ao da maioria das cultivares encontradas no mercado. Tem como público-alvo os agricultores, associações de produtores rurais, cooperativas e empresas agropecuárias.

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Foto: ARAÚJO, Sebastião José de; CAMARANO, Luciene Froes
A cultivar BRS Campeiro possui alto potencial produtivo, excelentes qualidades culinárias, porte de planta ereto, o que facilita a colheita mecânica, além de possuir grãos bastante graúdos. Outras características do feijão BRS Campeiro é que tem ciclo semiprecoce (75 a 85 dias) e possui alto potencial produtivo. Apresenta resistência ao acamamento e ao mosaico comum e intermediária resistência à ferrugem e Fusarium.


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Foto: ARAÚJO, Sebastião José de
O feijão BRS Esplendor é uma cultivar do grupo preto, apresenta arquitetura de plantas ereta, ciclo normal (de 85 a 90 dias, da emergência à maturação fisiológica). É resistente ao acamamento (adaptada à colheita mecânica direta), o mosaico-comum e a nove tipos de fungos causadores da antracnose, além de tolerância à murcha de fusário e ao crestamento bacteriano comum. É uma cultivar que se adapta muito bem à agricultura familiar. Público-alvo: agricultores familiares, associações de produtores e cooperativas rurais.

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Foto: CAMARANO, Luciene Froes; ARAÚJO, Sebastião José de
A cultivar BRS Estilo é uma cultivar de feijoeiro comum do grupo comercial carioca e apresenta arquitetura de planta ereta, adaptada à colheita mecânica direta. Apresenta alto potencial produtivo e estabilidade de produção. Seus grãos são mais claros do que os da cultivar Pérola e possui excelentes qualidades comerciais. A BRS Estilo é moderadamente resistente a antracnose e ferrugem. Em relação às doenças, a cultivar BRS Estilo apresenta resistência intermediária ao crestamento bacteriano comum e à ferrugem e é suscetível à mancha angular, mosaico dourado e murcha de Fusarium. Público-alvo: agricultores, associações, cooperativas de produtores e empresas produtoras.

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Foto: CAMARANO, Luciene Froes; ARAÚJO, Sebastião José de
A cultivar de feijão do grupo carioca BRS 10408 (Notável) apresenta arquitetura de planta semiereta, adaptada à colheita mecânica direta. Essa cultivar se destaca pelo potencial produtivo, mesmo sendo uma cultivar semiprecoce. Apresenta alta resistência à antracnose, ao crestamento bacteriano comum e à murcha de curtobacterium e de fusarium. Esta solução tecnológica foi desenvolvida pela Embrapa em parceria com outras instituições. Esta solução tecnológica foi desenvolvida pela Embrapa em parceria com outras instituições.

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Foto: ARAÚJO, Sebastião José de
A cultivar BRS Radiante é mais uma opção para os produtores interessados em produzir feijão rajado (grupo comercial manteigão) de grãos grandes e adequadas qualidades culinárias. Cultivar precoce (em média, 80 dias, da emergência à maturação fisiológica), com plantas de porte sem ereto e sementes de cor bege, com estrias/pontuações roxas (vinho). Apresenta resistência ao mosaico comum, reação intermediária à ferrugem, tolerância ao oídio e à antracnose (às raças capa e alfa-brasil TUS). Essa cultivar possui grãos com potencial para exportação e pode ser cultivada em consórcio ou em monocultivo nas três épocas de cultivo. Como público-alvo se destaca os agricultores, a agricultura familiar, as associações de produtores rurais, cooperativas e as empresas agropecuárias.

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Foto: ARAÚJO, Sebastião José de
O feijão BRS Esteio é uma cultivar do grupo preto, apresenta ciclo normal (de 85 a 90 dias, da emergência à maturação fisiológica), resistência ao acamamento (adaptada à colheita mecânica direta) e alto potencial produtivo. Com relação a características de qualidade tecnológica e industrial dos grãos, a cultivar possui excelentes qualidades culinárias com uniformidade de coloração e do tamanho de grãos com massa média de 24 gramas por 100 grãos. Esta solução tecnológica foi desenvolvida pela Embrapa em parceria com outras instituições. Público-alvo: agricultores, agricultura familiar, associações e cooperativas de produtores rurais, empresas agropecuárias. Esta solução tecnológica foi desenvolvida pela Embrapa em parceria com outras instituições.

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Foto: ARAÚJO, Sebastião José de
A cultivar BRSMG Realce pertence ao grupo comercial rajado, apresenta alto potencial de produtivo e possui alto valor agregado por sua excelente qualidade culinária. É uma nova opção para os produtores interessados em produzir feijão de tipo de grão rajado. Esta solução tecnológica foi desenvolvida pela Embrapa em parceria com outras instituições. Apresenta ciclo semiprecoce (75-85 dias) e tem boa resistência ao mosaico comum e resistência intermediária à antracnose, crestamento bacteriano, ferrugem, mancha angular e à murcha de fusário. Tem como público-alvo os agricultores, as empresas produtoras, cooperativas e associações de produtores rurais. Esta solução tecnológica foi desenvolvida pela Embrapa em parceria com outras instituições.
Onde Encontrar:Embrapa Produtos e Mercado – SPM
Escritório de Sete Lagoas - MG
(31) 3027-1230
spm.eset@embrapa.br

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